Vereadora Edna em tremenda confusão

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O vereador Eleus Amorim (Cidadania) apresentou, nesta quinta-feira (4), um requerimento para abertura de processo ético que pode levar à cassação do mandato da vereadora Edna Sampaio (PT). A petista é acusada de ter feito um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete na Câmara de Cuiabá.

Segundo recibos de depósitos, Edna recebeu pelo menos R$ 20 mil de Verba Indenizatória (VI) em transferências feitas no ano passado por sua então chefe de gabinete, Laura Natasha Oliveira.

Segundo o vereador, que é suplente de Maysa Leão (Republicanos), as denúncias apresentadas pela imprensa são graves e devem ser apuradas. Ele ainda afirmou que “por muito menos vereadores foram cassados” na Câmara. “Eu sairei hoje, encerrarei o meu expediente, mas caberá aos demais vereadores o dever de responder à sociedade”, disse o vereador.

Após o requerimento ser lido na sessão plenária, a representação seguirá os trâmites internos para seguimento na Câmara de Leis.

“Cunho político”

A vereadora negou que tenha feito rachadinha. Durante discurso na sessão plenária, ela afirmou que não teme ser alvo de uma possível cassação e que acredita que a verdade aparecerá. Edna explicou que a VI nunca foi utilizada de forma privada e todos os recursos eram para a manutenção do mandato, que eram disponibilizados tanto para vereadora quanto para a chefe de gabinete.

Ela ainda afirmou que para não misturar o recurso com sua conta privada criou uma conta do mandato, que ela chama de coletivo, onde eram depositadas as verbas indenizatórias. “Não estava dividindo o salário de ninguém. O salário da servidora foi pago integralmente. É mais um factoide envolvendo o nome da vereadora Edna Sampaio”, afirmou.

A vereadora ainda afirmou que a denúncia tem cunho político, com intuito, segundo ela, de prejudicá-la na Câmara Municipal por ser oposição.

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